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Acidente Vascular Cerebral, uma questão de Saúde Pública

O Acidente Vascular Cerebral (AVC), é uma doença que se destaca pela elevada morbilidade. Em Portugal é uma das principais causas de morte da população e uma das que mais contribui para a incapacidade nos idosos.

Esta doença ocorre quando uma parte do cérebro deixa de ter irrigação sanguínea. Esta situação pode ocorrer, ou quando existe uma rotura de uma artéria cerebral, e o sangue extravasa destruindo  o tecido cerebral circundante, ou quando um coágulo de sangue se forma noutra zona do corpo e é transportado ao cérebro (através da corrente sanguínea), interrompendo assim o fornecimento de sangue a uma região do cérebro. Em ambos os casos o tecido cerebral é destruído e o seu funcionamento afectado.

As lesões do AVC são a tradução da localização no cérebro onde ocorrem.  Existem vários graus de incapacidade causados pelo AVC, que estão de acordo com diversos factores envolvidos, e que devem ser identificados pelos serviços de saúde competentes no mais curto intervalo de tempo, após a ocorrência. Os deficits resultantes de um AVC dependem da localização e dimensão do AVC. Algumas das alterações que podemos encontrar são: alterações cognitivas, perda da capacidade de comunicação, de deglutição, perturbações do equilíbrio, da visão, de sensibilidade e da força. Tendo em conta a necessidade urgente da intervenção, o doente deve ser observado numa unidade hospitalar no mais curto espaço de tempo possível, afim de ser avaliado não só, o grau de gravidade mas também instituir o tratamento adequado, evitar repetições e consequências mais graves. Tem sido demonstrado que cuidados precoces e de reabilitação melhoram significativamente a capacidade funcional, mesmo nos doentes com deficits graves e em população idosa.  Para saber mais sobre AVC, clique aqui

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