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Âmbito Nacional

  • A brincar e a jogar descobre como te alimentar (brevemente disponível)
  • "Copos .... Quem decide és tu! (brevemente disponível)
  • Campanhas de Verão (brevemente disponível)
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Campo de Férias

Os períodos de férias escolares apresentam-se muitas vezes como uma oportunidade privilegiada para chegar às crianças e jovens a quem dedicamos a nossa atividade. A organização de Campos de Férias é uma das alternativas interessantes que podemos colocar em prática. Por um lado, permite-nos trabalhar os valores humanitários com o público mais jovem e por outro gerar alguma sustentabilidade, já que a organização de Campos de Férias, se feita com qualidade, permite pensar num modelo que envolva uma contrapartida financeira por parte de quem participa nos Campos de Férias.

Assim sendo, há alguns elementos a ter em conta:

  1. A organização de Campos de Férias obedece a um enquadramento legal que é necessário cumprir (Decreto de Lei 32/2011). Clique aqui para aceder à legislação;
  2. A organização de Campos de Férias por parte da Cruz Vermelha (ou qualquer outra entidade) depende da emissão de um nº de registo que é concedido pelo Instituto do Desporto e Juventude, I.P. Clique aqui para aceder ao ofício do IDJ onde consta o número de registo
  3. As Delegações que desejem organizar Campos de Férias devem apresentar ao IPDJ, I.P. até 20 dias úteis antes do início das atividades de campos de férias a seguinte documentação, nos termos dos nº1 e 2º, artª 12º, do Decreto-Lei nº 32/2011, de 7 de março:
    • Cronograma descritivo das atividades de cada campo de férias;
    • Identificação do pessoal técnico;
    • Número mínimo e máximo de participantes;
    • Limite mínimo e máximo de idades dos participantes;
    • Preço da inscrição;
    • Identificação das instalações previstas no artigo 11º.
    • Auto de vistoria para efeito do cumprimento do disposto no artigo 11º.
  4. As instalações a utilizar na realização de campos de férias, modalidades residencial e não residencial, devem cumprir com o disposto na Portaria nº586/2004, de 2 de junho.
  5. Deverão, ainda, possuir livro de reclamações nos termos do Decreto-Lei nº156/2005, de 15 de setembro, cujo modelo foi aprovado pela Portaria nº 1288/2005, de 15 de dezembro. As entidades detentoras de Nº de Registo podem adquirir o livro de reclamações junto da Imprensa Nacional - Casa da Moeda, ou outra entidade que o disponibilize.
  6. Encontram-se abaixo documentos chave que podem ser usados como referência para a organização dos campos de férias:

Para mais informações contactar 
João Miguel Gomes
Responsável da Área da Juventude
Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

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Campanha de Verão

A Cruz Vermelha Portuguesa, através da sua Área da Juventude, junta-se à Vichy para desenvolver uma nova edição do Projeto de Verão "Os conselhos de Vic & Victor".  2015 marcará a 12ª edição deste projeto de âmbito nacional. 

O projeto de Verão abrange anualmente cerca de 10000 crianças em todo o território nacional e tem por principal objetivo alertar para os perigos de uma exposição solar excessiva, numa dinâmica de Promoção e Educação para a Saúde, de acordo com esta importante Área de Intervenção no trabalho que desenvolvemos com crianças e jovens. A intervenção será feita através da realização de jogos e atividades didáticas, informação e intervenção por pares. 

Encontram-se abaixo documentos que podem ser usados para divulgação da atividade 

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Organização de eventos

A organização de eventos é trabalhosa e exige grande responsabilidade. Qualquer falha no evento pode comprometer não só o bom nome e a imagem da Estrutura Local, mas também de toda a Instituição. Por isso, é importante transmitir confiança, credibilidade, prestígio e os valores assentes nos princípios fundamentais da Cruz Vermelha Portuguesa. O sucesso de um evento depende muito do correto planeamento e da boa organização do mesmo. Desta forma, neste documento apresentam-se algumas notas simples de protocolo, na sua essência, um conjunto de regras de bom senso e de bom gosto, que visam tornar mais fácil a organização e a realização de eventos pelas Estruturas Locais da CVP.

A saber:

Planeamento, Convites e Presidência da Cerimónia (exemplos); Discursos; Planos de Mesa e Plateia; Licenciamentos e Bandeiras.

 

 


Para mais esclarecimentos contactar:

Área de Delegações e Membros
Telefone: 213 913 909 Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Gabinete de Comunicação & Marketing
Telefone: 213 913 922
Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

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Planeamento

É fundamental fazer um planeamento do evento, definindo objectivos, públicos, estratégias, recursos, acompanhamento/controlo, avaliação e orçamento.

Objectivos

Determinação do que se pretende com o evento. Devem ser considerados objetivos gerais e específicos.

Públicos

A quem se destina o evento, definindo se é externo, interno ou misto.

Estratégias

Aquilo que serve de atração/interesse para o público selecionado.

Recursos

Meios humanos, materiais e físicos que serão utilizados.

Acompanhamento/controlo

Definição de quem fará a coordenação de todo o processo da organização do evento e de como esta será feita.

Avaliação

Feita após a realização do evento em forma de relatório (tipo prestação de contas).

Orçamento previsto

Deve ser feito detalhadamente. Daqui virão os recursos financeiros necessários para o pagamento das despesas.


Nota importante – comunicação e convites à Sede Nacional

Os eventos deverão ser comunicados à Sede Nacional à Área de Delegações e Membros, bem como ao Gabinete de Comunicação, Imagem e Relações Públicas com a antecedência mínima de um mês da data prevista para a sua realização. Posteriormente e após a respectiva autorização, deverão ser endereçados os convites à Direção Nacional, os quais deverão ser enviados com a antecedência de três semanas a fim dos mesmos poderem ser agendados.

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Convites

Convites e Presidência da Cerimónia

Os convites devem conter os elementos básicos que são:

  • Quem convida;
  • Título/tipo de evento;
  • Menção à presença de alguma personalidade;
  • Local;
  • Data e hora;
  • Pedir confirmação (RSFF, para determinado contacto);
  • O traje (caso se justifique, claro).
  • Os convites formais devem ser entregues com a antecedência mínima de 10 dias.
  • No caso de o Presidente Nacional da CVP estar presente no  evento/cerimónia (exemplo: inauguração de instalações, assinatura de protocolo, etc.), deverá ser este a convidar e a presidir a cerimónia/evento. Caso não esteja, a Estrutura Local (Presidente da Direcção) convida as entidades a nível local e regional.
  • A nível nacional (por exemplo, convites a membros do Governo), quem convida é sempre o Presidente Nacional da CVP.

Exemplos de minutas de convites

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Discursos

  • As Intervenções devem suceder por ordem crescente de importância, conforme o normativo protocolar das precedências - lei nº 40/2006 de 25 agosto.
  • O último discurso cabe, naturalmente, ao presidente da mesa/sessão.
  • Quando se começa a discursar, deve fazer-se referência às individualidades presentes na mesa de honra.  Começa-se por mencionar a pessoa mais importante e acaba-se com a expressão "Minhas Senhoras e meus Senhores", antes de entrar no discurso propriamente dito.
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