• IRS 2019
Super User

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Queimaduras

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Voluntariado Testemunho 2011

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Voluntariado Testemunho 2015

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Filme institucional

“Helena tem 48 anos e vive com a sua filha de 15 anos.

Desde os 34 anos que é doente oncológica. Já foi submetida a 9 intervenções cirúrgicas e encontra-se a fazer tratamentos de quimioterapia.

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Emblemas

De acordo com as Convenções de Genebra de 1949 e Protocolos Adicionais, o emblema é um símbolo de neutralidade e protecção em situação de conflito armado. O seu objectivo é proteger feridos, doentes e aqueles que os tratam de forma neutra e imparcial. Uma outra utilização do emblema serve para indicar a relação que existe com o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

Os emblemas da cruz vermelha, crescente vermelho e cristal vermelho têm exactamente o mesmo significado e igual estatuto à luz da legislação internacional e nacional. Não têm qualquer carácter religioso ou significado político.

Cruz vermelha

O emblema que surge na origem do Movimento Internacional é uma cruz vermelha em fundo branco, tendo sido adoptado em 1864. Surge nesta forma porque se trata da inversão das cores da bandeira da Suíça, país de Henry Dunant, fundador da Cruz Vermelha.

Crescente vermelho

À cruz vermelha juntou-se o crescente vermelho em 1876, na sequência da guerra russo-turca travada nos Balcãs. Nesta altura, o Império Otomano declarou que passaria a usar o crescente vermelho para identificar as suas próprias ambulâncias, continuando a respeitar a cruz vermelha como símbolo protector das ambulâncias do inimigo. Este emblema foi formalmente reconhecido através da Convenção de Genebra de 1929.

Cristal vermelho

Em 2005 foi adoptado  um novo Protocolo Adicional às Convenções de Genebra que criou o cristal vermelho. Este novo emblema distintivo foi criado para aumentar a protecção em situações em que os outros emblemas pudessem não estar a ser respeitados e para promover a universalidade do Movimento

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Princípios Fundamentais

Proclamados em Viena em 1965, os sete princípios fundamentais garantem a coesão do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, e o seu trabalho humanitário.

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Direito Internacional Humanitário

O Direito Internacional Humanitário (DIH) é o ramo do Direito Internacional que regula a condução dos conflitos armados, buscando limitar os seus efeitos. Protege especificamente as pessoas que não participam das hostilidades (civis, profissionais da saúde e humanitários) e as que deixaram de participar, como os soldados feridos, enfermos, náufragos e prisioneiros de guerra.

As Convenções de Genebra e os seus Protocolos Adicionais compõem o núcleo do Direito Internacional Humanitário.

Saiba mais sobre o DIH e as Convenções de Genebra aqui.

De volta de uma viagem de trabalho, o suíço Henry Dunant testemunhou os horrores deixados pela Batalha de Solferino, no norte da Itália, em 24 de junho de 1859. Comovido com a situação dos feridos, Henry escreveria a publicação “Recordação de Solferino” e faria um apelo humanitário à sociedade para que se organizasse em tempos de paz para prestar socorro em tempo de guerra.

O livro foi um enorme sucesso e Dunant viajou pela Europa inteira no sentido de ganhar o maior número de apoios para as suas propostas.

Em 1863, com a ajuda de quatro cidadãos de Genebra, fundou o Comité Internacional de Socorro aos Militares Feridos em Tempo de Guerra (desde 1875, designado por Comité Internacional da Cruz Vermelha). Nesta altura é, também, adoptada uma cruz vermelha em fundo branco (inverso da bandeira da Suíça, país de Henry Dunant) como emblema protector.

No ano seguinte, 12 Estados assinam 10 artigos que formam a I Convenção de Genebra. Até então, a guerra e o Direito pareciam irreconciliáveis, no entanto, a partir desta convenção nasce o Direito Internacional Humanitário, demonstrando que mesmo em tempo de guerra existem regras que têm de ser cumpridas pelos combatentes.

Em 1901, reconhecendo-se o seu valor, Henry Dunant é agraciado com o primeiro Prémio Nobel da Paz. À data da sua morte, 30 de Outubro de 1910, então com 82 anos de idade, o prémio estava intacto e destinado, por testamento, ao pagamento das suas dívidas e a obras filantrópicas.

Em sua homenagem, o dia do seu nascimento – 8 de Maio – é comemorado em todo o mundo como o Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

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Movimento Internacional

Desde 1863, a proteger a Humanidade

A Cruz Vermelha Portuguesa integra o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, a maior rede humanitária do mundo, fundada por Henry Dunant em 1863 e que conta hoje com o apoio de milhões de voluntários.

A sua missão é aliviar o sofrimento humano, proteger a vida e a saúde e preservar a dignidade humana, sobretudo durante conflitos armados e outras emergências, como catástrofes naturais e acidentes.

Este Movimento incorpora o Comité Internacional da Cruz Vermelha, a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, e as Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

Em respeito pelo Direito Internacional Humanitário e em obediência aos seus sete princípios fundamentais, estes organismos procuram responder aos diversos desafios humanitários, dependendo do mandato e competências que possuem.

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