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Breve historial

Por nomeação do Rei D. Luís I, o médico-militar José António Marques representou Portugal na Conferência Internacional realizada em Agosto de 1864, em Genebra.

Nesta reunião, deliberava-se sobre a neutralidade "das ambulâncias e dos hospitais, assim como do pessoal sanitário, das pessoas que socorressem os feridos e dos próprios feridos no tempo de guerra.”

Portugal foi, assim, um dos 12 países que assinou a I Convenção de Genebra de 22 de Agosto de 1864, destinada a melhorar a sorte dos militares feridos dos exércitos em campanha.

Regressado a Portugal, José António Marques organizou, a 11 de Fevereiro de 1865, a "Comissão Portuguesa de Socorros a Feridos e Doentes Militares em Tempo de Guerra", primitiva designação da Cruz Vermelha Portuguesa.

No ano seguinte, o Professor Doutor José Maria Baldy (General) daria início à primeira presidência da nossa instituição.

Isto aconteceu há mais de 150 anos.

José António Marques, o fundador da Cruz Vermelha Portuguesa

José António Marques, fundador da Instituição

José António Marques nasceu em Lisboa em 29 de Janeiro de 1822 e faleceu nesta cidade a 8 de Novembro de 1884.

Concluiu o curso de Medicina na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa aos 20 anos. Destacou-se não só na sua vida militar, mas igualmente como jornalista e na carreira médica civil, na especialidade de oftalmologia.

Um ano após ter participado na assinatura da Convenção de Genebra de 22 de Agosto de 1864 – destinada a melhorar as condições dos militares feridos e doentes em campanha –, este médico viria a criar a Cruz Vermelha Portuguesa que, à data, era designada por "Comissão Portuguesa de Socorros a Feridos e Doentes Militares em Tempo de Guerra".

Pelos serviços prestados ao país e ao Exército foram conferidas a este célebre médico, fundador e primeiro Secretário-Geral da Cruz Vermelha Portuguesa, várias condecorações de que se destacam a Comenda da Ordem de S. Bento de Aviz, Grau de Cavaleiro da Ordem de Cristo e de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, Cavaleiro das Ordens de Leopoldo da Bélgica e de Carlos III de Espanha.

 

Para mais informações sobre a história da Cruz Vermelha Portuguesa e assuntos relacionados, bem como para marcação de visitas aos nossos arquivos, contacte directamente o nosso Serviço Histórico-Cultural pelo email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

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Voluntários

Os voluntários realizam cerca de 90% do serviço humanitário da Cruz Vermelha Portuguesa.

Quer colaborando numa recolha de alimentos, dando conforto a um doente no hospital, explicando aos mais jovens os perigos do abuso do álcool ou ensinando primeiros socorros para situações de emergência, é através do tempo, capacidade e empenho destas pessoas comuns que podemos fazer coisas extraordinárias.

Actualmente, são mais de 11 mil as pessoas que colaboram voluntariamente nos serviços da instituição nos órgãos nacionais, regionais e locais, e nas áreas de emergência, apoio geral e Juventude.

Junte-se hoje à nossa equipa de voluntários para descobrir maneiras significativas de ter um impacto na sua comunidade local.

Para saber como candidatar-se, clique aqui.

Voluntários

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Estruturas Locais

As estruturas locais da Cruz Vermelha Portuguesa - que podem ser delegações ou centros humanitários - têm a sua própria direcção, a quem compete a gestão da actividade da instituição a nível local.

Actualmente, existem 170 estruturas locais implantadas no país.

Estas prestam um largo número de serviços, desde o apoio domiciliário aos jardins de infância, passando pelas consultas médicas e formação profissional, entre muitos, sendo a diversidade das suas actividades reflexo das vulnerabilidades e carências que existem localmente.

Para encontrar a localização das nossas estruturas em Portugal, consulte o mapa abaixo.

Para obter os respectivos contactos, utilize o motor de busca no destaque à esquerda ou consulte a lista de estruturas locais aqui.

 

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Organização

A nível nacional, a Cruz Vermelha Portuguesa assenta a sua organização territorial em serviços centrais, serviços autónomos e estruturas locais.

Os nossos serviços centrais funcionam na dependência do presidente e da direcção nacional, e asseguram a preparação, apoio e execução das decisões destes órgãos, bem como a ligação e o apoio funcional às estruturas locais.

Os serviços autónomos são instituídos pela Cruz Vermelha Portuguesa e submetidos aos seus estatutos e ao seu controlo, exercendo a sua actividade de acordo com as orientações do presidente e da direcção nacional.

As nossas estruturas locais - que podem ser delegações ou centros humanitários - têm a sua própria direcção, a quem compete a gestão da actividade da instituição a nível local.

Para a prossecução dos nossos objectivos, promovemos e encorajamos as pessoas a colaborarem voluntariamente nos serviços da instituição. Para se juntar ao nosso Voluntariado, saiba mais aqui.

Para conhecer a política de Ambiente de Trabalho Exemplar na Cruz Vermelha Portuguesa, saiba mais aqui. Para conhecer o Guia de Procedimentos, saiba mais aqui.

Para ver e imprimir o nosso organograma funcional, actualizado em 12 de Novembro de 2018, clique aqui.

Para ver e imprimir a nossa estrutura organizativa, clique aqui. 

Para ver e imprimir a Reorganização da Direção de Operações, actualizado em 12 de Novembro de 2018, clique aqui.

Para ver e imprimir os nossos Estatutos, clique aqui.

Para ver e imprimir o nosso Código de Conduta, clique aqui.

Para obter os contactos destes serviços, clique aqui.

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Direcção nacional

A Cruz Vermelha Portuguesa tem como presidente de honra o presidente da República, a quem é reservado o alto patrocínio da instituição.

O presidente nacional é o nosso responsável máximo, cabendo-lhe assegurar o prestígio, a manutenção, a sustentabilidade, o desenvolvimento e o progresso da instituição, a qual funciona sob a sua orientação e na sua dependência.

A direcção nacional é o nosso órgão executivo máximo, competindo-lhe a orientação da actividade da instituição. Esta é constituída pelo presidente nacional, por três vice-presidentes e por quatro vogais.

A nossa sede nacional está localizada em Lisboa, no Palácio dos Condes d’Óbidos.

Compete ao Ministério da Defesa Nacional o exercício da tutela inspectiva da Cruz Vermelha Portuguesa na administração dos seus recursos.

Presidente nacional actual desde 26 de outubro de 2017.

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A nossa missão

Por um mundo mais humano

A Cruz Vermelha Portuguesa esforça-se para prevenir e aliviar o sofrimento humano, em Portugal e no mundo.

Protegemos a vida e a saúde, e preservamos a dignidade das pessoas, em especial das mais vulneráveis e desfavorecidas.

Para o desenvolvimento da nossa actividade, mobilizamos o “Poder da Humanidade”, bem como a generosidade dos doadores e parceiros por todo o país.

Na qualidade de Sociedade Nacional do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, agimos no respeito pelos princípios fundamentais da Humanidade, Imparcialidade, Neutralidade, Independência, Voluntariado, Unidade e Universalidade.

Saiba mais explorando a nossa infografia repleta de dados e números que explicam como os nossos voluntários, doadores e colaboradores ajudam as pessoas em Portugal e noutras partes do mundo.

A nossa missão

Última actualização: Setembro 2017

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