• Descobre o Voluntário que há em ti.
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Perda da Qualidade de Membro da CVP

Listagem dos Membros Associados ativos que perderam a qualidade Membro.

Reunião ordinária de 29 de novembro de 2016 da Direção Nacional da CVP

  • Guilherme Eça Guimarães Gonçalves de Azevedo - Delegação Local de Vila do Conde da CVP

Reunião ordinária de 24 de outubro de 2016 da Direção Nacional da CVP

  • Tiago Miguel Ferreira Batista -Centro Humanitário do Baixo Mondego da CVP

Reunião ordinária de 18 de abril de 2016 da Direção Nacional da CVP

  • Nuno Miguel Carvalho Marques- Delegação Local de Vila do Conde da CVP

Reunião ordinária de 05 de novembro de 2015 da Direção Nacional da CVP

  • António Mascarenhas - Delegação Local de Águeda da CVP

Reunião ordinária de 16 de setembro de 2015 da Direção Nacional da CVP

  • Vera Lúcia Gonçalves Silveira - Delegação Local da Figueira da Foz da CVP

Reunião ordinária de 15 de maio de 2015 da Direção Nacional da CVP

  • José Manuel Fernandes Gomes - Delegação Local de Vila do Conde da CVP

Reunião ordinária de 26 de janeiro de 2015 da Direção Nacional da CVP

  • Artur Manuel Duarte Pedro - Delegação Local de Setúbal.

Reunião ordinária de 10 de dezembro de 2014 da Direção Nacional da CVP

  • Filipa Andreia Gonçalves Fernandes de Barros - Delegação Local de Frazão;
  • Arlindo Paulo Carmo Cardoso - Delegação Local de Marco de Canavezes;
  • José Fernando Moreira Vieira - Delegação Local de Marco de Canavezes;
  • Tânia Alexandra Alves Guedes Monteiro Campos - Delegação Local do Côa.

Reunião ordinária de 06 de outubro de 2014 da Direção Nacional da CVP

  • Felisbel Joaquim Cordeiro - Delegação Local de Mogadouro;
  • Hernâni Branco Fernandes - Delegação Local de Mogadouro;
  • Filipe José Camelo Gomes - Delegação Local do Côa;
  • Telmo Jorge Félix Magalhães - Delegação Local do Côa;
  • Cátia Filipa Neves Figueiredo - Delegação Local de Águeda;
  • Franco Ferreira Lourenço - Delegação Local de Águeda;
  • Sérgio Paulo Fernandes Gonçalves - Delegação Local de Águeda;
  • Herlander Simão Mendes - Delegação Local de Silves-Albufeira.
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Ética e Disciplina

Ética e Disciplina

Encontra-se neste espaço a indicação dos Membros Associados ativos que, após análise concludente sobre as respectivas  acusações processuais, recaiu a pena de Expulsão e Perda de Qualidade de Membro da CVP, em conformidade com a alínea b) do nº1 do artº 13º do Regulamento de Disciplina da CVP e ao abrigo do nº 5 do artº 8º dos Estatutos da CVP.  

Neste contexto, além dos Voluntários abaixo listados, não podem ser admitidos por transferência, nas Estruturas Locais da CVP, sem autorização da Direcção Nacional da CVP, os Voluntários / Socorristas de outras Estruturas Locais, que não possuam a sua situação funcional e administrativa regularizada, ou que estejam abrangidos pelos nºs 1, 2 e 3 do artº 8º dos Estatutos da Cruz Vermelha Portuguesa.

 

 

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Âmbito Nacional

  • A brincar e a jogar descobre como te alimentar (brevemente disponível)
  • "Copos .... Quem decide és tu! (brevemente disponível)
  • Campanhas de Verão (brevemente disponível)
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Campo de Férias

Os períodos de férias escolares apresentam-se muitas vezes como uma oportunidade privilegiada para chegar às crianças e jovens a quem dedicamos a nossa atividade. A organização de Campos de Férias é uma das alternativas interessantes que podemos colocar em prática. Por um lado, permite-nos trabalhar os valores humanitários com o público mais jovem e por outro gerar alguma sustentabilidade, já que a organização de Campos de Férias, se feita com qualidade, permite pensar num modelo que envolva uma contrapartida financeira por parte de quem participa nos Campos de Férias.

Assim sendo, há alguns elementos a ter em conta:

  1. A organização de Campos de Férias obedece a um enquadramento legal que é necessário cumprir (Decreto de Lei 32/2011). Clique aqui para aceder à legislação;
  2. A organização de Campos de Férias por parte da Cruz Vermelha (ou qualquer outra entidade) depende da emissão de um nº de registo que é concedido pelo Instituto do Desporto e Juventude, I.P. Clique aqui para aceder ao ofício do IDJ onde consta o número de registo
  3. As Delegações que desejem organizar Campos de Férias devem apresentar ao IPDJ, I.P. até 20 dias úteis antes do início das atividades de campos de férias a seguinte documentação, nos termos dos nº1 e 2º, artª 12º, do Decreto-Lei nº 32/2011, de 7 de março:
    • Cronograma descritivo das atividades de cada campo de férias;
    • Identificação do pessoal técnico;
    • Número mínimo e máximo de participantes;
    • Limite mínimo e máximo de idades dos participantes;
    • Preço da inscrição;
    • Identificação das instalações previstas no artigo 11º.
    • Auto de vistoria para efeito do cumprimento do disposto no artigo 11º.
  4. As instalações a utilizar na realização de campos de férias, modalidades residencial e não residencial, devem cumprir com o disposto na Portaria nº586/2004, de 2 de junho.
  5. Deverão, ainda, possuir livro de reclamações nos termos do Decreto-Lei nº156/2005, de 15 de setembro, cujo modelo foi aprovado pela Portaria nº 1288/2005, de 15 de dezembro. As entidades detentoras de Nº de Registo podem adquirir o livro de reclamações junto da Imprensa Nacional - Casa da Moeda, ou outra entidade que o disponibilize.
  6. Encontram-se abaixo documentos chave que podem ser usados como referência para a organização dos campos de férias:

Para mais informações contactar 
João Miguel Gomes
Responsável da Área da Juventude
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Campanha de Verão

A Cruz Vermelha Portuguesa, através da sua Área da Juventude, junta-se à Vichy para desenvolver uma nova edição do Projeto de Verão "Os conselhos de Vic & Victor".  2015 marcará a 12ª edição deste projeto de âmbito nacional. 

O projeto de Verão abrange anualmente cerca de 10000 crianças em todo o território nacional e tem por principal objetivo alertar para os perigos de uma exposição solar excessiva, numa dinâmica de Promoção e Educação para a Saúde, de acordo com esta importante Área de Intervenção no trabalho que desenvolvemos com crianças e jovens. A intervenção será feita através da realização de jogos e atividades didáticas, informação e intervenção por pares. 

Encontram-se abaixo documentos que podem ser usados para divulgação da atividade 

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